O QUE VEM A SER LÍDER POR TEORIA SITUACIONAL?





A TEORIA SITUACIONAL DA LIDERANÇA



1.  Esta teoria é importante no estudo da liderança. No outro dia dizíamos em artigo num jornal, que os usos e costumes marcam uma sociedade, um grupo e até uma comunidade.

2.  Dizíamos no citado artigo referindo-nos ao Brasil, que os usos e costumes de cada estado da federação, faz com que cada grupo de brasileiros seja diferente um do outro.

3.  Não fomos bem compreendidos. Disseram-nos que não basta todavia, que se reflita um pouco para ver que os brasileiros de Porto alegre são diferentes, em usos, em costumes, em pensamentos, até em religião e até mesmo na maneira de falar, dos brasileiros de São Paulo ou dos brasileiros de Guanabara. E assim por diante. Só um cego ou um imbecil é que não vê essas coisas.

4.  Assim sendo, voltemos à Teoria Situacional da liderança. Para que ela exista, é necessário que tenha quatro elementos, que são:

Líder














 



1) A Estrutura das relações interpessoais do grupo;
2) As características do grupo;
3) As características do meio em que o grupo vive e de onde os seus membros saem;
4) As condições físicas e a tarefa com as quais o grupo se confronta.


5.  A citação é de PENTEADO. Ainda com a palavra, diz: “DE GAULLE, depois da segunda guerra mundial, viveu anos no ostracismo, até que a situação da França propiciou a sua volta. CHURCHILL, foi derrotado mas primeiras eleições gerais britânicas, após a guerra, pois os britânicos acharam necessário outro líder em tempos de paz”.

PELA TEORIA SITUACIONAL


1.  Pela Teoria Situacional, o melhor líder é aquele que atende da melhor maneira possível, não apenas a situação dos seus liderados, mas atende de maneira a mais completa possível as necessidades da situação.
2.  Mas você deve tomar cuidado, porque um líder de uma situação, talvez já não seja o líder em uma outra situação, em uma outra circunstância.
3.  A situação determina o líder, e o líder atende à situação.


O QUE TEMOS DE CONSIDERAR


1.  Temos de considerar que, na liderança, não podemos deixar de admitir três fatores de base, e que são:

1)            A personalidade do líder e os seus atributos de natureza psicológica.

2)            Todos os liderados que têm problemas, que têm atitudes e necessidades.

3)            Enfim, a situação que vai gerar o ambiente, no qual o líder terá a sua dinâmica.

2.  Tudo na vida depende do líder, e isto é valido mesmo na Dinâmica do Grupo. Um líder pode elevar o nível do grupo,ou rebaixá-lo.

3.  Sob uma liderança verdadeira um grupo se expande adquire força, proteja-se. Sob uma liderança medíocre, este mesmo grupo se retrai, asfixia-se, morre.

4.  Um líder pode inspirar a “ chama sagrada” de seu ideal. E fazer com que todos vibrem na mesma chama, e esta chama se propague, podendo se tornar em magnífica fogueira, e ainda, depois, em ardente fornalha.

5.  Todavia, não devemos esquecer que a situação pode mudar tudo. Porque há fatores que o líder não controla. Esses fatores são os imponderáveis. Tenho visto muita gente boa, como líder, cair. E nós mesmo já caímos várias vezes.

NÃO BASTAM AS QUALIDADES DO LÍDER


1.  Não bastam qualidades boa, ou excelentes, para que um líder permaneça líder. Um homem medíocre, que não seja líder,mas que se “cercou” de proteção total, como no exemplo que citamos do diretor de Porto Alegre que faz e desfaz Diretores estaduais, enquanto não tiver sido destruído esse poder de coação, esse homem se mantém “líder”.

2.  Não é que tenha as qualidades de líder e exerça a liderança. Mas ele se revestiu do poder absoluto; até que um poder maior não lhe retire esta faculdade, este poderio, ele se mantém na crista da onda.

3.  Como se mantém no topo, e como ele é o máximo em força,  ou ele é a própria força, eis que ele comanda a situação. Ele irá liquidando todos os seus oponentes, todos os seus inimigos. Serão inimigos todos aqueles que não pensarem igual a ele.

4.  Evidentemente é um caráter fraco, medíocre. Mas até que um Poder maior que o seu não o coloque por terra, ele é o “líder” absoluto do grupo e da situação.

5.  Conhecemos bem esse caráter fraco, subserviente. É capaz de fazer apelo, para destruir seus “inimigos”, a todo argumento, inclusive até a comunicação da mensagem do grupo está sendo propagada erradamente, pelos Diretores estaduais.
6.  Todavia, ele não pode abranger os estados, lá onde ele se encontra na sede nacional em Porto Alegre. Ele deveria se ocupar mais do seu centro, e deixar  que os diretores estaduais trabalhassem à vontade.

7.  Mas a esse caráter medíocre importa muito a sua vaidade, o seu orgulho, o seu amor próprio. E não suporta nada que não seja partido dele mesmo. Conhecemos esta forma de ser de um pseudo líder: São autocratas, déspotas, e, por isto mesmo, não podem ser democratas.

OS MEIOS BAIXOS E SUJOS


1.  Você tem de tomar muito cuidado com os meios baixos e sujos, de que se serve o pseudo líder para derrubar você.
2.  São meios, todos eles, da esquerda. Vejamos na anatomia de nosso exemplo: O Diretor de Porto Alegre, em suas última viagem ao Rio, por exemplo: deixa vários elementos do próprio Rio, encarregados de lhe escrever em Porto Alegre.

3.  Pronto! As “Fofocas” começaram. Não importa o que o líder do Rio faça, as notícias saem voando ao Diretor de Porto Alegre. E como vão as noticias? Ora sempre de forma e do colorido que os “fofoqueiros” quiserem imprimir.

4.  E,  o pseudo líder em porto Alegre começa a tomar força, a ser levado pelos ouvidos. Sua força cresce, sem dar nenhuma oportunidade de uma conversa pessoal entre dois diretores e,  enfim, lá vem a tal carta, seca, fria malandra, brutal, déspota, autocrata, despedindo O diretor do Rio.

5.  E o Diretor do Rio não poderá lutar contra toda esta farsa, é o que veremos no capítulo seguinte.
                                               
“Mais uma parte de aprendizado sobre líder tirada do livro Anatomia e Dinâmica de Chefia e liderança.”



Neste contexto acima, podemos entender que um líder acima de tudo tem que ser humilde, ele tem que saber trabalhar com situações adversas e ter visão de qual situação ele tem capacidade para trabalhar e liderar sem fazer uma escolha de lados tem que separar seu impeto pessoal e fazer o que vale para o grupo como todo.

Entendemos sobre a cultura do Brasil que ela em sentido de pessoas são diferente de estado para estado, mas quando se trata de liderança, sempre acaba sendo muito igual, ou seja as pessoas ficam somente pensando em si, ou seja, que se importa o grupo, a empresa, ou o lugar onde se vive que importa é que os holofotes estejam sobre ele e se alguém tentar mudar estas pessoas se faz de durão fazendo com que haja de maneira a derrubar quem quer que seja que não faça o que ele quiser.

Enfim o que estamos aprendendo aqui é sobre como empreender e quando falamos de empreender falamos sobre o comportamento de empreendedores e se você se torna um empreendedor passa a ser um líder, mas pense bem que você tem que escolher a sua posição que tipo de líder você quer ser.

Aprendemos aqui uma coisa que também queremos compartilhar as vezes temos líder que acaba tendo comportamento de chefe. Veja abaixo o que vem a ser chefe e o que vem a ser líder:


CHEFE


·        Conduz, direciona;
·        Inspira medo;
·        Usa o poder do cargo;
·        Diz “eu”;
·        Centraliza;
·        Foco em estrutura, sistemas;
·        Ganha-perde;
·        Não dá feedback;
·        Enxerga o hoje;
·        É o que decide;
·        Recebe informações;
·        Não desenvolve.


LÍDER


·        Orienta, aconselha;
·        Inspira entusiasmo;
·        Influencia pelo exemplo;
·        Diz “nós”;
·        Delega, compartilha;
·        Foco em pessoas;
·        Ganha-ganha;
·        Dá feedback;
·        Contempla o amanhã;
·        Facilita a decisão;
·        Monitora informações;
·        Forma substituto.


Líder







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