UM PAÍS DE EMPREENDEDORES


O brasileiro é empreendedor, mas tem de se preparar melhor







empreendedor









Veja as Pesquisas: 



Uma pesquisa internacional sobre empreendedorismo, que entrevistou 43.000 pessoas em 21 países, durante o ano de 2000, chegou á conclusão de que o Brasil é o país que apresenta a maior porcentagem de empreendedores. Eis o resultado:


Para cada oito brasileiros em idade adulta, um está abrindo ou pensando em abrir um negócio. Nos Estados Unidos (2º), a proporção é de 10 para um. Na Austrália (3º), são 12 para um.
Fonte: Revista Exame, edição 734 de 21 de fevereiro de 2001, página 18/ou original.


Com o apoio do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), foi possível constatar que entre brasileiros de 18 a 64 anos, 36 em cada 100 tem um negócio ou uma atividade empresarial ou então, está no caminho. Uma vez que isso significa um terço da população, esse foi o melhor resultado do país desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 2002.


Quando a pesquisa foca em outras faixas etárias, é possível identificar que a população de 25 a 34 anos é a mais ativa. Um total de 30,5% dessa população está montando sua empresa ou já possui uma com até 3 anos de atividade. Já entre as idades de 18 e 24, a taxa de empreendedores chega a 20,3%.

Novamente em 2019 foram realizadas novas pesquisas houve grande mudança para melhor onde encontramos dados de um novo levantamento na revista exame e também no site pequenas empresas e grandes negócios onde constatou-se que, 39% da população economicamente ativa é dona do seu próprio negócio.


Em uma nova pesquisa do site uol, encontramos que cresce o numero de pessoas que empreendem por oportunidade, não por necessidade, ou seja, as pessoas estão se conscientizando e aproveitando as oportunidades para criar seu próprio negócio. Em um estudo do programa de pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) apontou um aumento do empreendedorismo por oportunidade no Brasil, em paralelo à queda nos novos negócios abertos por necessidade. Entre os novos empreendedores brasileiros, 61,8% disseram que abriram o próprio negócio por ter identificado uma oportunidade de mercado. Este é o melhor resultado desde 2014.


Queda em negócios por necessidade:


Foi verificado também, que apesar do grande número de empreendedores, no Brasil, a oportunidade de criar e manter um negócio por mais de três anos é relativamente baixa. Constatou-se isso em um outro estudo do SEBRAE, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, de que a cada 100 empresas abertas no País, 35 não chegam ao final do primeiro ano de vida; 46 não sobrevivem ao segundo; e, 56 desaparecem no terceiro ano de vida.

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Porque isso acontece?


Pouca informação – eis o problema. Esta pesquisa mostrou também que, ao contrário do que muita gente pensa, o que leva uma empresa ao fechamento não são os impostos ou a necessidade de crédito, mas principalmente a falta de preparo, informação, planejamento e conhecimento específico sobre o negócio.

E também o que vem a causar o fechamento das empresas é a burocracia, porque no Brasil, empreendedores levam 79 dias, em média, para abrir uma empresa, contra um dia e meio nos EUA. Os custos para fechar uma empresa por aqui são, em média, 44% maiores do que os gastos para abrir um negócio. Esses e outros números levam o Brasil à 109ª posição no ranking de facilidade para abrir novos empreendimentos.

Mudanças nas burocracias:


Embora tudo isto tende a melhorar, pois em um estudo realizado pela  consultoria McKinsey,  em parceria com o evento Brazil at Silicon Valley se definiu o Brasil como "um país de empreendedores", os resultados do estudo evidenciam um crescente potencial do ecossistema empreendedor brasileiro e para isto se fez necessário mudanças na legislação trabalhista para facilitar o crescimento ainda maior em 2020 esperamos um aumento do empreendedorismo para micro e pequenas empresas e implantação de novas industrias e grandes empresas e também que haja melhora em investimentos no nosso pais, além das leis que já estão em andamento.

Investimentos:


Porque apesar dos números positivos, o estudo destaca que os investimentos de venture capital no país ainda são baixos em relação ao PIB. Em 2017, o percentual de investimentos em relação ao PIB foi de 0,04%. O número chega a 0,16% no Canadá e 0,43% nos Estados Unidos.

Startups


Nos últimos anos apareceram novas modalidades de empreendedores no qual se chama Startups (empresas emergente que tem como objetivo desenvolver ou aprimorar um modelo de negócio, preferencialmente escalável e repetível, ou seja, uma empresa recém-criada), onde vem crescendo o seu número no Brasil sendo que segundo uma pesquisa, há mais de 8 mil startups explorando novas tecnologias e modelos de negócios no país. No total, essas empresas empregam mais de 30 mil pessoas. Cerca de US$ 1 bilhão (R$ 3,85 bilhões) foi investido nas startups brasileiras em 2018. Já a quantidade de aportes realizados por fundos de venture para estas novas modalidades em capital quase quintuplicou em dois anos: foi de de US$ 110 milhões, no primeiro semestre de 2016, para US$ 546 milhões, no mesmo período de 2018.

Em 2018 também aconteceu o surgimento de oito primeiros unicórnios brasileiros sendo: 99, iFood, Gympass, Arco Educação, Ascenty, Nubank, Stone e PagSeguro. Com isto as startups têm contribuído mais nos setores de serviços (16,2%), telecomunicações (11%), fintechs (8,8%), saúde (8,2%) e varejo (7,5%). Para inovar, a maioria das startups (37%) utiliza recursos como análise de dados e big data maior parte dos hubs de inovação se concentra em sete estados: São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Pernambuco.

 Quem mais se destaca nestas modalidades:


Ainda constatou-se em pesquisa realizada pela CONAJE (Confederação Nacional de Jovens Empresários) que quem mais se destaca são os jovens onde que já existe cerca de 5 mil jovens empresários, de 18 a 39 anos, foi constatado ainda que microempreendedores são a maioria no país no qual em sua maioria estão investindo ou criando negócios e quase todos por oportunidades e não necessidade. Com um faturando até R$ 360 mil por ano, 35% desses empresários são mulheres, assim, fazendo dos homens a maioria com 65%.

No total, esses 5 mil jovens se encontram 49,5% na região sudeste, 21,9% na região sul, 15,6% na região nordeste, 4,3% na região norte e 8,8% na região centro-oeste. Quanto a faixa etária, com maior número de empresários é dos 26 aos 35 anos. Sendo que os jovens de 18 a 20 anos representam apenas 3%.
Quanto a formação básica a taxa desses microempresários que têm ensino superior completo chega a 73%, enquanto 9% possui apenas ensino médio.

Ainda na pesquisa, foi identificado que 57,9% estão na área de serviços e apenas 30,1% na área de comércio, trazendo a necessidade de sistemas de gestão. Isso, para que se possa ter um controle maior, sem correr o risco de erros e prejuízos para a empresa.

 Marketing Digital, multinível e home office:

Outras empresas também vêm se destacando nestes últimos anos é são as chamadas marketing digital e as de marketing multinível e junto os trabalhos relacionados ao home office, sendo assim também foi levantado pesquisa para estes últimos no qual podemos destacar: Marketing Digital está em alta e seu investimento deve crescer 12% até 2021. Esta alta se da por conta do número de pessoas que tem acesso à internet que vem crescendo dia após dia. Segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 100 milhões de pessoas estão conectadas em todo o Brasil, somando mais de 63% dos domicílios do país. Um dos responsáveis por essa expansão são os celulares, presentes em 94,8% dos lares. Com este crescimento, faz se necessário ressaltar que facilita o trabalho de marketing tanto digital como o de multinivel. Os Estados Unidos são os líderes de mercado e o Brasil já ocupa a sexta posição.

Esse crescimento do marketing digital deve-se a diversos fatores, tais como a ascensão das mídias sociais, principalmente o Instagram, e a importância delas dentro das estratégias de marketing e comunicação desenvolvidas pelas empresas.

O Home office bateu recorde no Brasil em 2018, diz IBGE em 2019 continuou crescendo o home office sendo que em pesquisas realizadas pela Sobratt cerca de 45% das empresas já aderiram esta modalidade e 15% estão avaliando ou planejando a implementação de programas de home office.

Franquias: 


Outra prática de trabalho em crescimento são as franquias que chega a 7% empregando cerca de 1,2 milhão de pessoas.


Você também pode ter seu negócio em casa:


Com todos estes dados acreditamos que se você tem um sonho de empreender existem várias oportunidades e ideias que você pode aderir, se já tem algo em mente já coloque em prática, porque o momento é agora. Caso ainda não tenha uma boa ideia é o marketing digital com pouco investimento você pode com apenas seu celular trabalhar de onde estiver fazendo divulgações de seu trabalho faça um curso gps negócio online e aprenda como trabalhar na internet e redes sociais lembrando que hoje as empresas de venda estão investindo na rede social e modalidade de vendas online asssim você pode trabalhar de onde estiver e ter sua renda sem esforços.

Você pode dizer, mas eu não tenho como investir sabe se você guardar em um pequeno cofre de R$ 2,00 a R$ 3,00 por dia você conseguira comprar o seu curso e sabe o quanto você pode ter retorno?

Muito mais, porque você pode ganhar de R$ 50,00 a R$ 300,00 por dia somente fazendo divulgação de produtos.

Então depois de entender o quanto o empreendedorismo esta crescendo junto com suas novidades você agora aproveita e já investir em conhecimento e garante uma porta aberta e com esta forma de trabalho você irá montar o seu próprio negócio online, e já se dedicar a fazer as coisas de forma correta e nunca mais precisara procurar emprego na sua vida e nem tão pouco, sair de empresa em empresa colocando currículo e orando para participar de algum processo seletivo difícil e concorrido e passar humilhações para ganhar pouco. 

Venha agora para o seu negócio não deixe para depois.









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